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Estado vistoria obras do novo
ambulatório de Heliópolis na capital

Governador vistoriando as obras do ambulatório
A comunidade de Heliópolis, na capital, ganhará no primeiro semestre deste ano um novo e moderno ambulatório para tratamento gratuito de pacientes com câncer. A unidade, no complexo do Hospital Heliópolis, terá investimento total de R$ 45 milhões. O governador Geraldo Alckmin e o secretário da Saúde, Giovanni Guido Cerri, vistoriaram o local das obras neste sábado, 14. "Eu quero destacar a importância do novo serviço: 70% dos pacientes do hospital Heliópolis vêm do ABC. Então esse é um hospital metropolitano, com mais de 300 leitos. Esse prédio novo que vai ser inaugurado daqui mais 60, 90 dias, será uma grande referência para câncer. Diagnóstico, tratamento cirúrgico, quimioterápico e radioterápico, ao lado do Pérola Byington, que vai se tornando uma grande referência para câncer na área ginecológica junto com o ICESP, Instituto de Câncer", afirmou o governador.

Com área de 5,6 mil metros quadrados, o ambulatório contará com centro de diagnóstico, radioterapia, consultas com especialistas, quimioterapia e até exames de medicina nuclear, que estão entre os mais avançados para diagnosticar tumores em estágios iniciais.

A unidade será composta por um edifício divido em dois pavimentos, interligados por uma passarela metálica. A obra está em fase final, e a Secretaria da Saúde já está providenciando a compra dos equipamentos. O setor de radioterapia será formado por consultórios, áreas de apoio, duas salas para acelerador linear e uma sala de braquiterapia (aparelho emissor de radiação), que poderá atender aproximadamente 4 mil pacientes por mês quando estiver operando com capacidade total.

"Trata-se de um equipamento de saúde fundamental para ampliar o acesso, pelo SUS (Sistema Único de Saúde), ao tratamento dos mais diversos tipos de tumores, com recursos avançados e tecnologia de ponta", afirma o secretário da Saúde, Giovanni Guido Cerri.

"Assim vamos formando uma grande rede na região metropolitana para tratar uma das doenças que mais cresce no mundo moderno, que são as neoplasias, os vários tipos de tumor, mas que é uma doença curável desde que diagnosticada e tratada corretamente", lembrou Alckmin.

No local, que fica na rua Cônego Xavier, 276, no bairro do Sacomã, também será implantado o serviço de apoio diagnóstico e terapêutico, equipado por um PET-CT (equipamento de última geração de medicina nuclear), tomógrafos, ressonância magnética, angiografia, aparelhos de raios-X digital, convencional e telecomandado, além de ultrassonografias e mamografia, com capacidade de atendimento de 15 mil pacientes ao mês.

Além disso, haverá laboratórios de análises clínicas e de anatomia patológica, com capacidade de produção de mais de 50 mil exames mensais, 37 consultórios com capacidade para 25 mil atendimentos por mês, sala de procedimentos, farmácia e serviço de quimioterapia com 19 poltronas e capacidade de mil sessões por mês.

 
 
 
 
 
 

Sacolas plásticas vão ser
substituídas por reutilizáveis
Sacolas reutilizáveis serão usadas por consumidores
O prefeito Gilberto Kassab acompanhou nesta sexta-feira (6) as ações da campanha Vamos Tirar o Planeta do Sufoco em supermercado localizado na Lapa, Zona Oeste. A iniciativa visa a conscientização na substituição das sacolinhas plásticas por outras que sejam biodegradáveis, biocompostáveis ou reutilizáveis. Em 15 de dezembro de 2011, a Prefeitura assinou um protocolo de intenções com a Associação Paulista de Supermercados (APAS) para auxiliar na disseminação da campanha.
“A Prefeitura dá todo o apoio a essa campanha e estuda, inclusive, promover ações educativas para que a população se conscientize da importância disso para o meio ambiente. Essa ação se soma a outras que a Prefeitura já mantém no campo da sustentabilidade e preservação. Com isso, vamos evitar que as sacolas plásticas entupam bueiros, cheguem aos rios e provoquem enchentes”, disse Kassab.
As redes de supermercados Pão de Açúcar, Carrefour e Walmart já aderiram à campanha e a estimativa é de que juntas deixarão de distribuir 1,7 bilhão de sacolas descartáveis por ano em 600 lojas no Estado. As alternativas para os consumidores serão as sacolas biocompostáveis, feitas de amido de milho, e as sacolas reutilizáveis, amplamente comercializadas. O preço das sacolas biocompostáveis deve variar entre R$ 0,19 e R$ 0,25.
A campanha “Vamos Tirar o Planeta do Sufoco” começou em 2010 na cidade de Jundiaí e agora deve se estender por todo o estado. O prazo fixado pela APAS para o fim do uso das sacolinhas plásticas derivadas do petróleo é 25 de janeiro desse ano, data do aniversário de São Paulo. “O nosso trabalho teve início em função de uma campanha feita pela Prefeitura de São Paulo: a ‘Não sou de Plástico’. Nossos associados entenderam que era importante trocar as sacolas descartáveis pelas reutilizáveis”, explicou João Galassi, presidente da APAS.

 
 
 
 
 
 
 

 

 
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