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SBT tem de pagar R$ 1,4 milhão
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Com essa letra, ironia do destino, o jingle Silvio Santos Vem Aí se envolveu em uma disputa judicial que acaba de ser encerrada com um valor milionário. Perto de fazer 80 anos, o compositor Archimedes Messina conseguiu derrotar na Justiça o apresentador Silvio Santos, seu antigo colega da Rádio Nacional, para quem compôs, em 1965, a música que se tornou tão famosa. Na última semana, o juiz Sidney da Silva Braga, da 18ª Vara Cível do Fórum Central de São Paulo, decidiu que o SBT deve pagar a Messina R$ 1,4 milhão de indenização por danos materiais. Na sentença, o magistrado afirmou que o valor representa 1% do que ele calcula, com base em tabelas do mercado publicitário, que o SBT tenha lucrado com o jingle. Há ainda indenização de 500 salários mínimos por danos morais e R$ 359 mil de multa por veicular o jingle após a proibição pelo Tribunal de Justiça de São Paulo. O SBT não poderá mais recorrer da decisão, apenas contestar o valor. E é isso o que fará, de acordo com a assessoria de imprensa. Messina, que há quase dez anos recebeu a Folha de S. Paulo em sua casa, na serra da Cantareira (zona norte de SP), para falar sobre o processo, hoje não atendeu ao telefone. Sua advogada, Maria Eliane Rise Jundi, disse que ele está evitando falar sobre o assunto, com medo de se emocionar demasiadamente. Em 2001, Messina disse à Folha de S. Paulo nunca ter recebido pela execução de seu jingle. À época, acreditava que Silvio Santos não sabia do processo. “Tenho certeza de que, se ele soubesse que não estou recebendo, pagaria na hora’’, imaginava. O SBT também segue proibido de veicular o jingle. Se o fizer, de acordo com a decisão, pagará multa de R$ 1 mil para cada execução. A advogada de Messina disse acreditar que deverá demorar um ano para que os valores sejam acertados.
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A maior apreensão de maconha realizada no Brasil |
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A carreta, com placas de Paranavaí, saiu de Santa Terezinha de Itaipu com destino a São Paulo e não andou nem 20 quilômetros, porque foi parada logo no primeiro posto da PRF para uma fiscalização de rotina, por volta das 6 horas. O motorista, um paranaense de 37 anos que não teve a identidade divulgada pela PRF, afirma que pegou a carga em uma transportadora de Foz do Iguaçu e não sabia que estava transportando a maconha.
Os policiais desconfiaram que a nota fiscal apresentada para a carga era falsa. Segundo a PRF, a carga estava amarrada com cintas metálicas para dificultar a fiscalização. Para chegar até a carga, foi preciso usar uma tesoura hidráulica, a mesma que é utilizada para cortar ferragens de veículos em acidentes.
A PRF vai encaminhar a droga apreendida para a Polícia Federal, que hoje incinerou 8 toneladas porque não havia mais espaço nos depósitos.
Apreensões de drogas crescem no Paraná
Nos primeiros seis meses de 2010, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu 23 toneladas de maconha que eram transportadas pelas estradas do Paraná. A quantidade é 3% maior em relação a todas as apreensões da droga feitas em 2009, quando 22,4 toneladas saíram de circulação. Se comparado ao primeiro semestre de 2009, o crescimento é de 224%. Naquele período, 7,1 toneladas de maconha foram recolhidas.
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